3 de janeiro de 2011

2011… E agora?



As festas de fim de ano e todas as suas comuns distrações acabaram e 2011 finalmente começou, a pergunta que não quer calar é: O que fazer? É inevitável querer ter planos ou traçar objetivos para o ano que se inicia. Também há um inerente receio sobre estas decisões, se serão cumpridas e realizadas ou tudo resultará em frustração. É sempre assim, os anos são iguais, comemoramos os mesmos feriados, os mesmos aniversários e somente temos abalada nossa rotina quando a morte ou uma tragédia ou uma grande e boa notícia acontece para chacoalhar a poeira sobre nossos corpos. É muito difícil dar o primeiro passo, ao contrário da extrema facilidade de voltar atrás em nossas decisões, por medo ou por preguiça, pois isto iria nos exigir uma mudança drástica que afetaria toda a nossa vida atual.
Sempre nos reservamos grandes objetivos, imaginamos um promissor futuro e mantemos a vã esperança de que tudo será melhor do que foi anteriormente, nos apegamos a essa idéia quase com um fervoroso apego, como um consolo para caso não consigamos aquilo que queremos.
Se temos algum grande objetivo para 2011, vamos ao menos tentar fazer algo, melhor a dor do fracasso de ter tentado do que passar o tempo se questionando “será que...”, sofrer pelo que não foi não dá para suportar, como muitas vezes já sofri e a sensação é uma das piores que já senti nesta minha vida. Então, move your asses, como dizem os americanos, é a melhor desejo e conselho para este novíssimo 2011.

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