17 de junho de 2016

Ecos de Orlando...


A dor indizível, ignóbil, a dor ignominiosa da morte. A morte que veio pela força da bala, pela violência da bala, pela violência e pelo ódio.

Ódio porque outra palavra alguma classifica a atrocidade, a chacina, a perda de vidas em vão. Agressiva e dura como pedra. Ódio extremo, recalcado, explodido e personificado em morte. Ódio que ceifa vidas, que empilha corpos. O ódio que conduz a humanidade ao primevo, ao ranger dos dentes, à era dos tacapes, fazendo-nos avançar, rápido e ao contrário, as casas da evolução. Para trás, irremediavelmente para trás...

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